segunda-feira, 14 de novembro de 2011

POST EM SÉRIE - A FILARMÔNICA - PARTE 6


Ano de 2010. Inicia-se uma nova batalha: resgatar antigos músicos e formar uma nova geração para a Filarmônica Licínio de Castro. Para isso, era necessário mais que vontade — exigia-se estratégia, persistência e coragem.

Barcelar Chaves saiu em busca desses músicos com determinação. Enfrentou as primeiras negativas, mas não se deixou abater. Seguiu firme em seu propósito. Buscou parcerias junto à Assistência Social e à Prefeitura Municipal, viabilizando a aquisição de novas flautas para as aulas de iniciação musical.

Pouco a pouco, a Filarmônica voltava a respirar. O CIARTE retomava seu papel como espaço de acolhimento da música e do artesanato, contribuindo também para o fortalecimento da autoestima da população.

Em parceria com o Ministério da Cultura, a Prefeitura Municipal adquiriu novos instrumentos, complementando os já existentes. Coube ao município garantir a manutenção, os reparos e o suporte necessário para o funcionamento das atividades.

Alguns músicos experientes retornaram, assumindo o papel de instrutores na formação da nova banda. Assim, estruturava-se um grupo renovado, que hoje conta com 27 integrantes, distribuídos entre metais e percussão.

A estreia oficial aconteceu no desfile cívico de 7 de setembro de 2011. E para aqueles que duvidavam, a resposta veio em grande estilo: a banda saiu, sim — e saiu com pompa e elegância. Sob a regência de João Rodrigues, apresentou-se afinada, imponente e amplamente elogiada pelo público.

Vestida de branco, com alma renovada e rostos cheios de esperança, a Filarmônica Licínio de Castro desfilou como símbolo de conquista e superação. Ao som de dobrados, do Hino Nacional Brasileiro e do Hino à Joaíma, encantou a todos com sua harmonia, brilho e emoção.


 
 Agora, mais uma vez, a Filarmônica Licínio de Castro se encontra de malas prontas — preparada para mostrar, com maestria, tudo o que sabe e compreende em termos musicais. Cada apresentação é mais que um espetáculo: é a reafirmação de sua história, de sua resistência e de sua capacidade de se reinventar.

A cada dia, uma nova surpresa. A cada ensaio, um novo integrante que se soma ao grupo, fortalecendo ainda mais essa trajetória. Há quem diga — e não sem razão — que a filarmônica tem sete vidas. E, de fato, ela renasce sempre mais forte, mais afinada e mais digna de aplausos.

Hoje, a Filarmônica volta a crescer, sustentada por dedicação, talento e compromisso, erguendo-se com dignidade e caminhando rumo a novas glórias.

Confira o quadro atual da Filarmônica:

INSTRUTOR REGENTE:
· João Rodrigues de Oliveira — exímio violinista e tubista, cuja sensibilidade e experiência conduzem o grupo com excelência e precisão.

MONITORES:
· Ana Ribeiro — responsável pelas flautas, professora formada em Artes pela Unimontes, contribuindo com técnica e didática na formação dos novos músicos.
· Vinícius Santos — responsável por clarinete e saxofone, atuando com dedicação na construção e aperfeiçoamento do naipe.

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